o dique do castor

2006-12-29

 

BOM ANO 2007, RAPAZIADA!!!...


2006-12-21

 

RÔDAM-SE TODOS NESTE NATAL, EHE, EHE, EHE...



A todos os animais especiais que me ajudaram a manter o Dique, a fazer crescer a Minhoca e a tentar educar o Alectorzito... desejos de um Feliz, Porreiraço e Mágico NATAL!!!

Ass: A Equipa do Castor Beaver S.A.

E agora um Apelo, deixado aqui pelo amigo Bacalhau:

POR FAVOR, NESTE NATAL COMAM MAIS BATATAS!!!




2006-12-18

 

o natal e o pagode chinês...

Eu já sabia que o menino jasus nunca veio pôr prendinhas nos sapatinhos de ninguém e que o pai natal é o meu pai a minha mãe e os meus tios e tias quando me dizem assim ó filho anda daí ver o que é que está a dar na televisão ou vamos apanhar bolotas para o quintal mesmo que esteja um frio de rachar mas o que interessa é que eu digo logo que sim que acredito naquilo tudo o que eu quero é as prendas eu até já disse no outro dia que gostava era de brincar com a nova play station com o pai natal ou com quem quer que trouxesse aquela coisa e o meu pai roncou um bardamerda pró puto que só pensa nessas merdas em vez de estudar pensa que aquilo vem lá do céu e eu tá bem ó mosca porque acho que afinal se não for o meu pai a dar é capaz de ser o meu tio Castor que é um porreiraço do catano não desfazendo

Também pedi ao menino jasus quer-se dizer à minha mãe que gostava que o menino jasus me desse uma bicicleta mas daquelas em que um gajo anda sempre sentado e não daquelas que parece que foram feitas para putos de 1 ano e quem anda nelas são os irmãos mais velhos praí com 20 ou mais e a minha mãe disse que talvez o menino jasus era capaz de não ter força para acartar com uma bicicleta daquelas e eu disse arre pró puto então não é ele que diz que carrega com todas as culpas do mundo enfim acho que não vou ter a bicicleta e se tiver a play station até já gozo

Ah no outro dia ia a passar no bazar do chinês aquele que se chama o pagode chinês não sei onde é que está a graça de ter os olhos em bico mas prontos também não deve ser por isso e vi lá um letreiro que dizia assim neste natal tlês lesmas de papel pul um eulo e vai daí entrei e perguntei ao chinoca onde é que estavam as lesmas porque eu queria ver se elas estavam gordinhas e bonitas e ele mandou-me à melda e chamou-me cablão do calalho e coisas assim que eu fugi logo dali polque senão ainda ela capaz de leval uma biqueilada num celto sítio que eu cá sei ehe ehe ehe

Bom por hoje é tudo vou acabar não se esqueçam das prendinhas de natal para a rapaziada toda muitos beijinhos e abraços deste vosso amigo Alectorzito o "beijamim da famila" e tomem lá agora o apelo do meu tio: POR FAVOR NÃO DÊEM MAIS BANHO À MINHOCA

2006-12-12

 

EU, CAROLINA!...


Eu sou um animal muito sensível!!!! Juro, pessoal, juro, pás, sou mesmo!!!!!!

Ando muito melindrado com os insidiosos ataques à volta da vida da desventurada Carolina - Carol ou Carolinha para os amigos mais chegados e afeiçoados - tadinha da cachopa, até há pouco tempo uma noviça discreta, de vidinha humilde e executiva de profissão… Sim, ela cumpria o seu afazer o melhor que sabia, com o que sabia e podia de melhor e com o que de melhor de seu tinha para ofertar, dizem as más línguas, que para os lados do recôndito mas reconhecido local "Do Calor da Noite".

Nessa altura, andava a pobrinha com alguns mundos na boca e não metida nas bocas de todo o mundo, como agora… Ela era e sempre foi uma rapariguinha simples, modesta, coradinha e a cheirar a sabão macaco e que ficava muito bem a conduzir o seu Punto 1.2 SX 3 portas e mais uma só para os amigos, com o farol esquerdo partido, a porta lateral direita riscada e amolgada por amor e desvario e as contas do rosário, comprado em Fátima e benzido pelo senhor Cardeal Patriarca, pendurado com carinho e afeição no espelho retrovisor. Sim, que a manceba nunca foi nada dada a vadiagens e a gandaíces como aquela ordinária da Elsita (Tatoo) Raposo, sempre metida nos six meat buffets que me dão a volta ao bandulho, ou como a catraia Pimpinha Jardim, tão mimada e afagada (dizem) e ainda por cima nascida em berço d' Il sito della Ferrero Rocher azienda alimentare dolciaria, ou como a Merche Romeira (como vinho de Palmela), a tal rústica loira com visto de residência caducado e que esteve quase a apanhar o nosso Ronaldinho das terras do Zarco, como sabem, um amor de rapaz saído das levadas e que foi violado diariamente e com impudicícia obscena, até as senhoras da Segurança Social o terem apartado "dela" aos gritos de "acudam o pobrezinho que já nem um pêlo púbico lhe resta!...".

Mas a nossa Carol, não... essa sempre teve aquele "putencial" activo e a tal queda para a arte sacra e para a pose artística de romeira... Está-lhe na massa do sangue, que querem?...

E digo-vos mais: aquele livro vai dar best-seller, best por parte da mãe, e seller por parte de quem o fez... E aquela confissão recatada e casta que, enfim, partilhou connosco sobre o pijaminha que levou para a sua 1ª noite de amor e refustedo, cheia de elefantezinhos de trombinha atiradiça? É difícil a um gajo não revirar os olhos e despejar óleo de rícino pelos cortinados… E os abusos de que a sofredora foi vítima após a 1ª vez, sempre que o Jorge Nuno Macho-HardCore vestia a tal pele de Lobo Mau e andava atrás dela a uivar os huuu-huuus e à volta da mesa redonda de Pinho de Flandres comprada na Conforama, mesa essa já lascada à conta do cocker spaniel, o Nuno a brandir solene um rolo de cozinha encharcado em margarina e a dizer aos berros e com a língua de fora: "vou-te comeeeeer... vou-te comeeeerrrr!!!!!" Dizem as más-linguas que o dito obrigava a pobre Carolinha a andar só vestida com um fio menta dental (com flúor) "made in" Continente…

Ahhh!... Ahhhh!... Mas, como diz a nossa Carol: "estar viva hoje é o contrário de estar morta ontem"… Sim, que aquelas noites pseudo loucas de prazer e de luxúria concupiscente, não passavam afinal de noites de pecado e penitência. Mas enfim, apesar de tudo o que a pobrezinha passou, digo-vos hoje, olhos nos olhos, coração nas mãos e missal beijado com ternura e algum fervor: muito pior que ser Carol é ser filho do Tony Carreira, ou vender melões portugueses à beira da estrada, ou ser pica-pica de bilhetes de comboio ou de metro ou ser, digamos em abono da verdade, o Carlos Malato.

Bom, depois deste sofrimento atroz, eu acho é que a nossa querida Carol, agora, anda muito magra e pálida, acho que de tanto trabalhar de graça e no arame. Não deve ser fácil corrigir tanto acento circunflexo e pôr tantos pontos nos iiiii´s, não!!! Ó Deus!...Onde é que pára a grande Felícia Cabrita quando precisamos dela, afinal? Já vejo rios e rios de textos bombásticos e cheios de fedúncia a escorrerem dentro dela...

Karolinokas, filha, não sei mais no que te posso ajudar. Olha, rica, se precisares de companhia, posso mandar-te a minha minhoca, embora e apenas por uma noite ou duas, mas toma atenção, em caso afirmativo, tu agasalha-a bem, que anda para aí um frio de rachar a minhoca.

E não te esqueças de fazer o teu Apelo final:
"POR FAVOR, NÃO CONFUNDAM O LIVRO DA CAROLINA COM O DA LEOPOLDINA!!!"



2006-12-03

 

LÁ ESTÁ...

As personagens deste mistério existem, estão vivinhas da costa para contar como tudo se passou e lá está... a história é real, aconteceu assim, tal e qual:

(GNR) - Os seus documentos, por favor.
(A Minhoca do Castor) - Aqui estão senhor agente da autoridade!...
(GNR) - Oiça lá, aquilo que eu estou a ver aí no banco dianteiro, ao seu lado, é um portátil?
(A Minhoca do Castor) - É sim, senhor agente da autoridade.
(GNR) - Para já, não sou agente, sou graduado e… pois… lá está...
(A Minhoca do Castor) - Lá está o quê, senhor Graduado?
(O doravante Graduado da GNR) - Se tiver um acidente...hum... e se o portátil se transformar em projéctil… lá está…
(A Minhoca do Castor) - Mas, ó senhor Graduado, há alguma lei que proíba os portáteis de viajar à frente?
(Graduado da GNR) - Não, isso não há, mas... se o portátil cair em cima de si, lá está...
(O GNR sem dar música e com pronúncia do norte, dá uma voltinha pelo carrinho da Minhoca, do género carrinho de linhas e ...):
(Graduado da GNR) - As escovas limpam bem?
(A Minhoca do Castor) - Acho que sim, senhor Graduado, as escovas limpam bem...
(Graduado da GNR) - Vai ter que as pôr a funcionar e já sabe que se limparem mal... lá está...
(A Minhoca do Castor) - Pois, devo saber...(e coça descontraidamente o local da visão visual da vista).
(Graduado da GNR) - Não me diga que usa óculos…
(A Minhoca do Castor) - Ó senhor Graduado, então acha que uma Minhoca de Castor usava óculos? Para quê? Não, quando o cansaço aperta, até sou capaz de pôr uns oculitos escuros, mas mais nada...
(Graduado da GNR) - Pois é... lá está…
(A Minhoca do Castor) - Lá está... o quê, senhor Graduado?
(Graduado da GNR) - É que, se estivesse agora com os tais óculos… lá está… mas a foto do BI não parece estar com óculos.
(A Minhoca do Castor, a começar a ficar completamente vivaça, como uma enguia do Rio Nilo) - Pois é... lá está!
(Graduado da GNR, já desconfiado) - Lá está? Lá está... o quê?
(A Minhoca do Castor) - Se a fotografia estivesse com óculos, o senhor Graduado agora autuava-me, porque eu sou uma Minhoca sem óculos...
(Graduado da GNR, muito pensativo, acabando por entregar os documentos à Minhoca e em compasso enfático) - Pois é, isso é verdade. Mas... lá está… Como não tem, assim não posso. Boa noite, pode seguir e passe bem…
(A Minhoca do Castor, por sinal a arrancar em 2ª e a acenar, afastando-se, como quem não quer a coisa) - Então adeus senhor Graduado, melhor sorte para a próxima, porque…

(de repente, toca o telemóvel) - Está lá?... (ao longe, o GNR agita os braços) - Prontos, foi por pouco... lá está... rôda-se, como diz o Castor… hoin, hoin, hoin…!!!

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